Sou Numa Lorena, psicóloga e neuropsicóloga.
Atuo com psicoterapia e avaliação neuropsicológica para mulheres adultas que passaram tempo demais tentando funcionar, se adaptar, corresponder, agradar, compensar e parecer bem — mesmo quando, por dentro, já existia exaustão, ansiedade, confusão, autocobrança ou sensação de inadequação.
Meu trabalho é voltado para histórias em que o sofrimento nem sempre apareceu de forma óbvia.
Mulheres que cresceram se sentindo diferentes, intensas, deslocadas ou difíceis de entender.
Mulheres que aprenderam a observar o ambiente antes de agir.
Mulheres que passaram anos tentando ajustar o próprio jeito de existir para não incomodar, decepcionar ou serem rejeitadas.
Na clínica, olho para o funcionamento emocional, cognitivo, social e comportamental sem reduzir a pessoa a um diagnóstico — mas também sem ignorar quando uma hipótese diagnóstica pode trazer sentido, direção e alívio.
CRP 04/63997
Todo o Brasil
Mulheres Adultas
Meu trabalho une investigação clínica, escuta e análise do funcionamento na vida real.
Isso significa olhar para sintomas, história de vida, relações, rotina, trabalho, maternidade, formas de adaptação, camuflagem social, autocobrança, limites e impactos funcionais.
Na avaliação neuropsicológica, utilizo entrevistas clínicas, instrumentos psicológicos e análise integrada para investigar hipóteses como TEA, TDAH, altas habilidades/superdotação, dificuldades de atenção, funções executivas, sensibilidade sensorial e diagnóstico tardio.
Na psicoterapia, o processo é voltado para compreender padrões que se repetem, elaborar experiências difíceis, reconhecer limites e construir formas menos exaustivas de se relacionar consigo, com os outros e com a própria rotina.
Um diagnóstico pode trazer nome, explicação e direção.
Mas ele não resume uma vida inteira.
Por isso, meu trabalho não parte da ideia de encaixar você em uma categoria. Parte da tentativa de entender como sua história foi construída, quais estratégias você precisou desenvolver para seguir funcionando e qual tem sido o custo disso hoje.
Mas você não precisa seguir vivendo apenas no modo sobrevivência.
Se você sente que passou anos tentando se adaptar, compensar ou parecer bem, esse pode ser um espaço para olhar para sua história com mais clareza — e começar a construir uma relação menos dura consigo mesma.